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Edição 15 - Maio de 2010 / Especial Hospitalar

Visite nosso estande

O IBEDESS participa da Hospitalar 2010 para apresentar uma importante proposta para a sustentabilidade do sistema de saúde brasileiro.
O estande do IBEDESS está localizado no pavilhão verde - Rua N/73.

Sobre os eventos:

HOSPITALAR: 17ª Feira Internacional de Produtos, Equipamentos, Serviços e Tecnologia para Hospitais, Laboratórios, Farmácias, Clínicas e Consultórios

Data: 25 a 28 de maio de 2010
Horário: 12h às 21h
Local: Pavilhões do Expo Center Norte
Rua José Bernardo Pinto, 333 - Vila Guilherme - SP
Visitação: 86.000 visitas profissionais (2009)
Perfil do evento: feira anual, voltada à apresentação de produtos e desenvolvimento de negócios na área médico-hospitalar.
Perfil dos visitantes: médicos, enfermeiros, diretores e administradores de hospitais, clínicas e laboratórios, fabricantes de produtos hospitalares, distribuidores e representantes, estudantes, secretarias de saúde e demais organismos públicos e privados atuantes na área de saúde.
Acesso: Gratuito, mediante convite ou credenciamento. Credenciais de acesso não dão direito a participação nos congressos e eventos paralelos à feira. 
Fonte: Site Oficial Hospitalar - www.hospitalar.com

CLASSAÚDE

O IBEDESS participar dos Congressos promovidos pelo ClasSaúde: 15º Congresso Latino-Americano de Serviços de Saúde; 5º Congresso Brasileiro de Gestão em Clínicas de Serviços de Saúde; 4º Congresso Brasileiro de Gestão em Laboratórios Clínicos; 3º Congresso Brasileiro de Tecnologias da Informação e Comunicação em Saúde; 1º Congresso Brasileiro de Aspectos Legais para Gestores e Advogados da Saúde e 1º Congresso Brasileiro de Políticas e Gestão em Saúde Mental.
Mais informações e programação completa: www.classaude.com.br
 

IBEDESS Apresenta Proposta para Sustentabilidade do Setor de Saúde  

Representantes das instituições de saúde que compõem o IBEDESS apresentam, durante a Feira Hospitalar, uma ampla proposta para a sustentabilidade do setor de saúde no país.

 

O documento, que será entregue aos candidatos à presidência e governos estaduais, tem como questionamento inicial o comprometedor vazio legal na definição dos papéis da assistência pública e privada.

Embora o total dos gastos com serviços de saúde financiados por fontes privadas corresponda a 51% dos gastos brasileiros, o Sistema de Saúde Suplementar não é contemplado pela Constituição Federal.  Esta falta de definição afeta diretamente o consumidor, já que nenhum dos dois sistemas consegue oferecer assistência eficiente e com qualidade. Segundo o IBEDESS, é necessária uma divisão clara de funções, padronizando procedimentos, condutas e buscando um novo modelo assistencial que tenha seu foco no atendimento às necessidades de saúde com qualidade e não ao financiamento do consumo.  

 

O estudo aborda também questões como a incorporação não planejada de novas tecnologias, o consumo não regulado de materiais e medicamentos, o modelo remuneratório, a formação e a qualificação dos profissionais da saúde, a dispersão das responsabilidades regulatórias e a iniqüidade nas formas como é arrecadado e distribuído o financiamento do sistema de saúde, além de muita ineficiência na sua gestão.

 

Entre os fatores citados, é proeminente a incorporação de novas tecnologias e o consumo não regulado de materiais e medicamentos, que alteram significativamente os custos para o usuário final. Em uma conta hospitalar, o gasto com medicamentos e outros materiais passou de 11,5% a 43,3% do valor total de atendimento, no período de 30 anos. (A incorporação de novas tecnologias e o consumo de medicamentos e outros insumos correspondem, segundo o IBGE, a R$38,8 bilhões, 37,6%, dos R$103,2 bilhões dedicados pelas famílias ao consumo de serviços de saúde, além de representar 43,3% do total gasto no atendimento hospitalar).

 

A judicialização da saúde é também um tema de grande preocupação para o setor. Para a população, que enfrenta a disparidade na distribuição dos recursos humanos e financeiros e conseqüente diferença nos níveis de cobertura e na qualidade dos serviços prestados, resta recorrer ao poder judiciário. No entanto, essa ação para obter serviços, medicamentos ou produtos impactam na prestação de outros serviços, afetando um número bem maior de beneficiários que aqueles eventualmente atendidos pelos mandatos judiciais

 

Entre as propostas apresentadas pelo IBEDESS para a resolução destas questões estão: Criação de regras e mecanismos para a incorporação de novas tecnologias de saúde baseada em evidências clínicas, epidemiológicas e econômicas; Implantação de novos mecanismos de remuneração dos serviços de saúde, incentivando seus resultados, o aumento da qualidade da atenção e sua qualidade, com indicadores e referências para a sua aferição (Ex. P4P dos EUA e GP Trust Funds da Inglaterra);

 

Fortalecimento da cooperação do setor de saúde com outros setores como educação, indústria, comércio exterior, relações internacionais e outros; Criação de um intercâmbio mais efetivo com outros sistemas nacionais de saúde cuja experiência, como os de sistemas mistos de saúde, por exemplo, seja útil para o caso brasileiro e adoção de um tratamento tributário mais adequado para o setor de saúde, possibilitando uma distribuição mais equitativa, tanto social como regional e urbano-rural, dos serviços de saúde entre os diferentes segmentos de nossa população.

 

Após a apresentação do documento, o IBEDESS promoverá discussões sobre os temas, com representantes das sociedade civil, entidades do setor saúde e às lideranças políticas nacionais e estaduais visando a implantação das medidas propostas.

Conheça a proposta

 

Assessoria de Comunicação IBEDESS

Daniela Colen – (31) 3296-0076 / (31) 9982-3169